Arquivado por junho, 2010

DEIXANDO AS DROGAS 28 junho 2010 em 0:02 por Cristovão Lemos

Especialistas comentam a necessidade e a dificuldade que os jovens encontram para abandonar o uso das drogas.

Ele se intitula “o poeta policial de Cristo” e trabalha tentando evitar que jovens comecem a experimentar drogas. Poderia estar prendendo gente, mas optou por um trabalho educativo. Walter Tadeu Ferreira é investigador de policia da base operacional do DEIC, e desenvolveu um CD que ensina como os pais devem agir para evitar e entrada das drogas em sua casa e na vida de seus filhos.

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+ A VIDA SE GANHA NAS ALTURAS Por Cristovão Lemos 28 junho 2010 em 0:00 e Nenhum Comentário

É preciso ter coragem para ir lá em cima e ficar lavando prédios

Você teria a coragem de ficar pendurado lavando um prédio de 60 andares? “Por que não? Eu faço isso há mais de 40 anos…”, responde o nordestino Sebastião Prado, 55 anos, que já rodou o mundo lavando edifícios no Chile, na Bolívia e até em Cuba.

Herdou a profissão de seu pai que já o levava para conhecer os edifícios quando ainda era garoto. “Desde cedo a gente teve que trabalhar para ajudar no sustento da casa”, relata.

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+ A arte de ser feliz sem sair do lugar Por Cristovão Lemos 27 junho 2010 em 23:58 e Nenhum Comentário

A arte de ser feliz sem sair do lugar explica a virtude da paz. Ela funciona como o som das águas correndo diante de nós, contribuindo para amarmos a vida como ela realmente é e para vivermos tranqüilos o aqui e o agora.

A leitura deste livro abrirá as portas para uma vida mais rica. Você encontrará palavras que vão penetrar em sua mente de maneira profunda e agradável, mudando para sempre a sua maneira de enxergar a vida.

Com capítulos curtos, este livro permite que as suas palavras permaneçam em sua mente. Assim, cada um deles vai fazer com que algo muito bom acontece dentro de você. Deixe os ensinamentos de A arte de ser feliz sem sair do lugar entrarem em sua alma e descubra como experimentar a paz e a serenidade em sua plenitude.

+ O humorismo saiu da TV e foi para ruas Por Cristovão Lemos 24 junho 2010 em 20:45 e 7 Comentários

O humorismo saiu da TV e foi para ruas

Por: Sidney Santos

Seu nome de batismo é Luiz Carlos Ribeiro, 55 anos e há pelo menos 10 anos trabalhando nas ruas. Nasceu no Rio de Janeiro, e de humor “nato”, ele já trabalhou em diversos programas de TV entre eles, “Ratinho Livre” (Rede Record) “Programa do Ratinho” (SBT), e “Programa do Jacaré” (Rede TV).

Hoje, de volta as ruas, ele se submete a situações humilhantes, vivendo das esmolas de qualquer um que ache graça de suas brincadeiras nas ruas.

Ele é o humorista “rodela”, que em entrevista exclusiva fala ao repórter do portal Estrada do saber sobre como é estar no auge da carreira e depois estar nas ruas novamente.

Luiz Carlos ou “Rodela”, fala que nas ruas tudo é muito difícil, e que de longe não chega nem aos pés da televisão. “lá tem camarim, tem fruta, água gelada, mulheres bonitas, e na rua nem água para beber a gente tem” desabafa.

Quando questionado quanto arrecada por dia e a respeito do seu humor e da sua feiúra, ele é automático em sua resposta, como se soubesse qual era a pergunta. “Em dias de pagamento chego a ganhar R$ 200, 00, agora a respeito da feiúra: eu já nasci feio, mas fui ao dentista e mandei ele arrancar meus melhores dentes para ajudar”brinca.

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+ História de quem já comeu o pão que o diabo amassou Por Cristovão Lemos 24 junho 2010 em 20:39 e 1 Comentário


Com 36 anos de profissão ele acumula uma dezena de processos em seu currículo. E muitos desses processos são de grandes atores e atrizes da atualidade. No começo da carreira, ele já trabalhou quase que de graça e seu grande sonho aos 56 anos é fazer um programa de auditório.

Ele é Leão Nicola Lobo, ou o famoso e temido Leão Lobo que, em entrevista exclusiva fala dos momentos marcantes de sua vida e dos inúmeros processos que sofreu ao longo de sua carreira.

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+ Falar com as mãos Por Cristovão Lemos 23 junho 2010 em 14:10 e Nenhum Comentário

Levar os surdos para a sala regular exige nova postura do professor, tato para lidar com o intérprete e, acredite, muitas explicações orais

Cinthia Rodrigues (Cinthia Rodrigues)

O VALOR DA FALA NAS AULAS COM SURDOS
A professora de Geografia Marilda Dutra, de São José, na Grande Florianópolis, aprendeu rápido que o uso
do quadro-negro precisa ser revisto. Acostumados com a comunicação oral, os alunos com deficiência têm maiores dificuldade para ler. “Quando escrevo,
é mais difícil perceber quem entendeu. Se explico,
vejo no rosto de todos (dos que escutam e não) se estão acompanhando. Desenho e gesticulo o quanto precisa.”. Foto: Eduardo Lyra

A inclusão de crianças com deficiência auditiva sempre foi polêmica, mas recentemente ganhou um novo rumo em nosso país. De acordo com a política do governo federal, elas não devem mais ficar segregados nas escolas especiais e precisam estudar desde cedo em unidades comuns, com um intérprete que traduza todas as aulas para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e o contraturno preenchido por atividades específicas para surdos. Problema resolvido? Nem de longe. Enquanto entidades do setor ainda denunciam a falta de estrutura para a implementação das regras (leia o quadro na página 74), os docentes já começam a receber parte dessa nova clientela e estão criando formas próprias de trabalho – muitas com sucesso.
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+ Comportamento Por Cristovão Lemos 22 junho 2010 em 20:53 e 1 Comentário

Combatendo injustiças que já sofreu na pele

Para vencer na vida teve até que pedir dinheiro emprestado

Ele foi de infância pobre e pagou com dificuldade seu curso de jornalismo. Foi bancário e chegou a pedir dinheiro emprestado para comprar horário e poder começar fazendo um pequeno programa infantil em emissora de rádio de Santos, sua cidade natal. Com 44 anos de idade e 21 de profissão, hoje ele é uma das vozes mais conhecidas do Brasil, “E talvez uma das mais odiadas” ,como ele mesmo faz questão de dizer.

Ele é Luciano Faccioli, radialista, jornalista e apresentador do programa São Paulo no Ar, em entrevista exclusiva, onde fala das dificuldades de começo de carreira e do preconceito por ser gordinho, que segundo ele mesmo, não enfrentou, pelo contrário, serviu como referência para que ele ficasse mais conhecido. “Não vou citar nomes, mas existem emissoras que têm tremendo preconceito contra gordinhos. Tenho amigos que enfrentaram esse problema”, desabafa.

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+ Para eu ou para mim? Por Cristovão Lemos 16 junho 2010 em 9:29 e Nenhum Comentário

Usamos o pronome do caso reto (eu, tu, ele (a), nós, vós, eles (as)) quando nos referimos ao sujeito da oração. Já os pronomes oblíquos tônicos (mim, ti, ele (a), nós, vós, eles (as)) fazem papel de objeto e surgem após preposição: para mim, de mim, por mim, e assim por diante.

Veja um exemplo:

a)Ela trouxe o presente para eu desembrulhar.
b)Ela trouxe o presente para mim.

Observe que na primeira oração temos duas orações: Ela trouxe o presente/para/ eu desembrulhar. “Eu” aqui é sujeito do verbo “desembrulhar”.
Já na segunda oração, “mim” é complemento e, portanto, objeto indireto (uma vez que vem depois da preposição).

Na dúvida sempre faça uma pergunta ao verbo: se a resposta tiver um sujeito, então é pronome do caso reto, caso contrário, será objeto. Observe:

a)Ela trouxe o presente: quem trouxe? Ela.
b)Para eu desembrulhar: quem desembrulhar? Eu.

A lógica é simples: Geralmente, quando há dois verbos, também haverá dois sujeitos.

Outros exemplos:

a)Se for para eu ficar, então ficarei! (ficar -> sujeito eu; ficarei-> sujeito eu)
b)Ele disse para eu ficar. (disse -> sujeito ele; ficar-> sujeito eu)
c)Ele não disse nada para mim. (disse-> sujeito ele; objeto indireto-> para mim)
d)Para mim, ele está fazendo de conta que não sabe de nada. (fazendo-> sujeito ele; sabe-> sujeito ele; para mim -> objeto indireto)

Atenção: Verifique se há preposição + pronome + verbo porque, neste caso, o pronome em questão será do caso reto. Se houver preposição + pronome, sem o verbo, então, já sabe, caso oblíquo!

 Veja mais:

http://www.mundoeducacao.com.br/

+ Atividades físicas na 3ª idade Por Cristovão Lemos 13 junho 2010 em 13:15 e Nenhum Comentário

O envelhecimento é um processo que envolve aspectos biológicos, psicológicos e sociais que associados a falta de atividade física mostra um quadro crescente de idosos vivendo abaixo dos limites da capacidade física, bastando qualquer doença para se tornarem dependentes.

O sedentarismo na terceira idade dificulta a realização de tarefas cotidianas contribuindo para quadros de depressão e de sentimentos de incapacidade. Através da prática de atividade física esse quadro é revertido atenuando problemas de saúde, melhora na auto estima e na vida social.

O estilo de vida sedentário na terceira idade pode induzir a maiores desgastes no organismo do que um estilo de vida fisicamente ativo. Sendo inevitável o processo de envelhecimento, a prática de exercícios colabora para uma menor destruição das células, com diminuição da fadiga e um aumento da performance durante as atividades.

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