Arquivado por julho, 2010

A vida de um estagiário 27 julho 2010 em 22:15 por Cristovão Lemos

Por :Sidney Santos

“Carol busca para mim a fita 7903, ah! aproveita e pega a “criança fumante”, olha… não esquece que depois você tem que ir para radio escuta!”

Essas e outras frases são apenas algumas das diversas coisas que um estudante de jornalismo em começo de carreira vai ouvir ao longo do seu estágio que pode durar de um a dois anos.

Carolina Ianelli, estudante de jornalismo da faculdade Metodista é estagiaria da Rede Record e trabalha cerca de 8 horas por dia carregando fitas de um lado para outro “As laudas têm que ser entregues pelo menos 5 minutos antes do jornal começar, desde a técnica até os apresentadores, chego a imprimir mais ou menos cerca de 600 folhas em três jornais” desabafa.

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+ O carinho pelo Radio e os cuidados com a voz Por Cristovão Lemos 27 julho 2010 em 22:11 e Nenhum Comentário

 

 

Por: Sidney Santos Joaquim

Ele trabalha de 12 a 14 horas por dia e está à frente num dos maiores jornais da TV brasileira com garantido índice de audiência, foi o mais jovem repórter a apresentar o programa “O Globo No Ar” da Rádio Globo e hoje apresenta o “SP Record”.

É Reinaldo Gottino, 40 anos, jornalista e apresentador em entrevista exclusiva fala ao repórter do portal Estrada do Saber  sobre os cuidados que devemos ter com a voz e sobre a facilidade que um profissional do radio encontra quando se trabalha na TV.

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+ Momento de reflexão Por Cristovão Lemos 16 julho 2010 em 0:16 e Nenhum Comentário

Nós do site  Estrada do saber, queremos passar uma mensagem para você que tem uma vida agitada, cheia de compromissos, sem tempo para a família, os amigos e todos aqueles que se importam com você, por isso postamos esta mensagem para você refletir sobre sua vida e ver que existem coisas mais importantes do que só trabalho e a correria do dia-a-dia.

Prof.  Cristovão Lemos

+ Adriana Reid, a apresentadora que saiu da FiAAM Por Cristovão Lemos 15 julho 2010 em 22:18 e 5 Comentários


Por Sidney Santos

Desde criança ela já chamava a atenção dos adultos com sua voz marcante e aveludada. Para sua sorte teve grande influência de seu avô, o que colaborou para sucesso de seu trabalho. Ela já atuou na Radio Transamérica como locutora e redatora e também preparava boletins para a rádio 89 FM. Hoje está à frente do jornal “Direto da Redação”, apresentado pela Rede Record e que vai ao ar de segunda a sexta feira. Eventualmente ela apresenta, aos sábados, o “Jornal da Record”, carro chefe da emissora em jornalismo.

Ela é a jornalista e apresentadora Adriana Reid, ex-aluna das Fiaam que, em entrevista, fala um pouco das dificuldades pelas quais passou no começo de sua carreira, da lei que regulamenta o ensino de jornalismo e da não obrigação do diploma para o jornalismo. E fala também como foi o seu tempo de estudante na Fiaam.

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+ O ônibus cantinho do céu? Por Cristovão Lemos 15 julho 2010 em 22:06 e Nenhum Comentário


Por: Sidney Santos

02h40min. Esse é o tempo em média que leva um morador do bairro do Jardim Eliana até o bairro de Interlagos no ônibus “cantinho do céu/Cocaia” para ir trabalhar.

Grande ironia esse nome “cantinho do céu”, pois os moradores desse bairro vivem verdadeiro inferno dentro desses coletivos que são grandes latões ambulantes que mais parece um forno do que um transporte; a reportagem foi até o local onde constatou essa grande humilhação vivida pelos moradores do bairro

Clemência Inácia da Costa, 48 anos empregada doméstica, acorda todos os dias as quatro da manha para ir trabalhar, onde entra às 8hs “espero quase 1 hora para sentar todos os dias” desabafa.

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+ O pleonasmo da educação inclusiva Por Cristovão Lemos 04 julho 2010 em 22:47 e Nenhum Comentário

Rodrigo Mendes

Você não acha que a criança com deficiência deveria continuar a ser atendida por escolas especiais? Essa foi uma das perguntas que recebi durante uma palestra virtual que dei há alguns dias para uma rede particular de ensino. A “webespectadora” era professora em Barbacena, Minas Gerais. Concluiu sua pergunta argumentando que a maioria das escolas estava despreparada para acolher crianças com essa particularidade.

A concepção de uma educação inclusiva não surgiu por acaso. É fruto de um histórico de reflexões, experiências e aprendizados orientados pela idéia de que todo ser humano tem o direito de ser tratado como igual. Isso quer dizer que toda criança deve receber o mesmo tipo de atendimento? Nem sempre. Tratar como igual não é sinônimo de tratar igualmente. No caso de uma criança com alguma deficiência, parece não haver dúvida de que seja necessário um atendimento especializado, conduzido por profissionais capacitados. O modelo adotado pelo nosso Ministério da Educação prevê que isso ocorra no contra turno das aulas “comuns”, de forma a zelar pelo direito da criança freqüentar também a sala de aula regular e desfrutar de seus benefícios e desafios. Não se trata, portanto, de substituir, mas de somar.

É claro que estamos falando de assunto delicado, cuja implementação é extremamente complexa. Meras generalizações não dão conta do recado. No entanto, se estamos de fato comprometidos com o ideal de igualdade, esse debate é inadiável. E por isso diz respeito a cada um de nós? Basta nos perguntarmos como seríamos hoje se, durante toda a infância, fôssemos privados do contato com o ambiente escolar “normal”. Ou, por outro lado, se não seríamos mais preparados para a vida em uma sociedade plural se tivéssemos interagido com crianças de toda natureza de forma rotineira, natural. Como diz o amigo Lino de Macedo, em pleno século 21, educação inclusiva deveria ser um pleonasmo.

WWW.institutorodrigomendes.org.br

+ A NÍVEL DE Por Cristovão Lemos 01 julho 2010 em 22:30 e Nenhum Comentário

Embora  de  uso  generalizado,  a  locução  a  nível de  é  condenada por  todos os mestres  e estudiosos  da  língua  portuguesa.  É  tida  por modismo  que  se  introduziu  na  linguagem jornalística  e  contagiou  outros  canais  de comunicação, inclusive a linguagem médica.

A expressão a nível de  tem sido muito usada como equivalente dos simples de, como, em, e por  se  tratar de um modismo desnecessário é  condenado  nas  lições  normativas.  Na verdade, nesses casos, ela não acrescenta nada ao enunciado.

Para  o  estudioso  Cegalla,  a  nível  de  é  uma “locução  em voga, porém  inútil”;  “a  legítima locução  portuguesa  é  ao  nível  de,  que significa à mesma altura”:

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