Arquivado por setembro, 2010

Percival de Sousa:40 anos dedicados à verdade 23 setembro 2010 em 22:40 por Cristovão Lemos

Percival de Sousa:40 anos dedicados à verdade

 

Ele foi perseguido e ameaçado de morte diversas vezes, é autor de mais de 16 livros e tem 40 anos de jornalismo, sendo grande parte dele vividos no jornalismo policial. Especialista em segurança e criminologia, ganhador de quatro prêmios Esso por suas reportagens, Percival de Souza fala, em entrevista exclusiva ao reporter do portal estrada do saber, sobre suas experiências, ideias, começo de carreira e como foi viver momentos impactantes na casa de detenção, onde situações acabaram se tornando parte de um de seus muitos livros.

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+ NARRAÇÃO (2) Por Cristovão Lemos 23 setembro 2010 em 21:37 e Nenhum Comentário

NARRAÇÃO (2)

As narrativas têm acompanhado o homem desde os tempos mais remotos. Não há povos

sem narrativas, pois o homem sente necessidade de recriar os fatos vividos, ou,

por meio da imaginação, inventar.

Uma narrativa pode trazer falas de personagens entremeadas aos acontecimentos.

Para tanto, faz-se uso dos chamados discursos: direto, indireto ou indireto livre.

Tipos de discursos

No discurso direto, o narrador transcreve as palavras da própria personagem. Para tanto,

recomenda-se o uso de algumas notações gráficas que marquem tais falas: travessão,

dois pontos, aspas. Mais modernamente, alguns autores não fazem uso desses recursos.

O discurso indireto apresenta as palavras das personagens mediante o narrador que

reproduz uma síntese do que ouviu, podendo suprimir ou modificar o que achar necessário.

A estruturação desse discurso não carece de marcações gráficas especiais, uma vez que

sempre é o narrador que detém a palavra.

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+ NARRAÇÃO (1) Por Cristovão Lemos 23 setembro 2010 em 21:31 e Nenhum Comentário

NARRAÇÃO (1)

A narração tem o objetivo de contar uma história real, fictícia ou que mescle dados

reais e imaginários. Baseia-se numa evolução de acontecimentos, mesmo que não

mantenham relação de linearidade com o tempo real. Sendo assim, está pautada em

verbos de ação e conectores temporais.

A modalidade narrativa de texto pode constituir-se de diferentes maneiras: piada,

peça teatral, crônica, novela, conto, fábula etc.

Tipos de narrador

A narrativa pode estar em 1ª ou 3ª pessoa, dependendo do papel que o narrador assuma

em relação à história. Numa narrativa em 1ª pessoa, o narrador participa ativamente dos

fatos narrados, mesmo que não seja a personagem principal (narrador =

personagem).

Exemplo:

Estava andando pela rua quando de repente tropecei em um pacote embrulhado em jornais.

Peguei-o vagarosamente, abri-o e vi, surpreso, que lá havia uma grande quantia em dinheiro.

Já a narrativa em 3ª pessoa traz o narrador como um observador dos fatos que pode até

mesmo apresentar pensamentos de personagens do texto (narrador = observador).

Exemplo:

João estava andando pela rua quando de repente tropeçou em um pacote embrulhado em jornais.

Pegou-o vagarosamente, abriu-o e viu, surpreso, que lã havia uma grande quantia em dinheiro.

O bom autor toma partido das duas opções de posicionamento para o narrador, a fim de criar

uma história mais ou menos parcial. Este pode ser, basicamente, de dois tipos:

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+ PLEONASMO Por Cristovão Lemos 23 setembro 2010 em 21:26 e 2 Comentários

 

___________PLEONASMO________

Pleonasmo ou redundância é a repetição da mesma idéia. Essa redundância pode ser positiva ou negativa.

  • · Redundância Positiva: quando é proposital, usada como recurso expressivo. Esse tipo de redundância enriquece o texto.

 

Exemplo: Posso afirmar que escutei com meus próprios ouvidos aquela declaração

fatal.

 

  • · Redundância Negativa: quando é inconsciente, chamada de pleonasmo vicioso, tautologia ou perissologia. Esse tipo de repetição empobrece o texto, sendo considerado um vício de linguagem e por isso deve ser evitado para que não comprometa o texto.

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