William Travassos Por Cristovão Lemos 17 março 2011 em 11:03 e Nenhum Comentário

Entrevista William Travassos

 

Por: Sidney Santos

“Passarinho que tá cantando desde cedo não deve nada a ninguém.”

 Esta e outras frases jocosas e famosas são marcas do apresentador William Travassos, um carioca de 41 anos, personalidade forte e que todas as manhãs apresenta o “SP no ar”, pela TV Record. Melhores casinos dinheiro real no MapleLeafOnlineCasino – confiável site de casino. De origem humilde Travassos é jornalista formado pela UNISUAM e está substituindo o apresentador Luciano Faccioli, que se apresentava no horário e trocou a Record pela TV Bandeirantes.

“Eu não tenho medo de desafios e estou ciente que conseguiremos alcançar nosso objetivo”, argumenta, ao ser perguntado sobre sua sensação e pelo desafio de substituir Faccioli.

 Travassos começou sua carreira numa pequena rádio do interior fluminense, onde foi aprovado em um teste de dicção. “Eu precisava aprender a dar pelos menos um bom dia e boa noite para pessoas que estavam ouvindo a rádio”, revela sorrindo.

Sempre se dedicando, buscando uma melhor qualificação profissional acabou se destacando como locutor, a ponto de alguns anos depois ter sido chamado para a TV. Começou no ano de 2003 com o programa “Rio Maravilha”. Mostrava as belezas da cidade e já em 2006 ficou à frente do “RJ no ar”, tendo participado, além disso, de diversos programas em ações de merchandising.

“Não tenho dúvidas de que, quem passa um bom tempo trabalhando em rádio estará se preparando para atuar na televisão”, conta. Ele afirma que a experiência em rádio pode oferecer maior facilidade de comunicação e maior flexibilidade com as palavras. “O rádio acaba dando o improviso necessário. No entanto, além da linguagem do rádio, a TV trabalha com o recurso da imagem, daí a facilidade que oferece para o radialista”, afirma.

Durante a invasão ao morro do alemão no Rio de Janeiro, Travassos teve oportunidade de provar essa sua tese durante a invasão das forças policiais ao morro do Alemão no Rio de Janeiro. “O fato de ser carioca e a versatilidade que adquiri trabalhando no rádio me ajudou a narrar as notícias com maior facilidade, ajudando o telespectador a entender melhor as imagens mostradas”, disse.

Falando sobre a não obrigatoriedade do diploma para o jornalista, Travassos assegura que “nem de longe uma empresa de grande porte irá contratar alguém sem a devida especialização. Entendo que essa atitude serviu só como uma tentativa de enfraquecer o profissional e a noticia. “Não concordo”, enfatizou. “Quer se tornar um grande comunicador ou um grande jornalista? Tenha a informação nas “mãos”. O “jornalismo mudou a minha vida”, finalizou.

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